Olá, tenha uma Boa Madrugada! - Domingo, 20 de junho de 2021

EX-MENUDO MORA EM FLORIANÓPOLIS

Publicado em: 03/02/2014 16:51:47


O proprietário do Índio Tattoo, estúdio de tatuagem no Canto da Lagoa, em Florianópolis, é conhecido na vizinhança como um tipo tranquilo. Só quem tem mais de 40 anos reconhece em seus olhos e no corte de cabelo (ainda o mesmo!) alguma coisa familiar, embora a pele exiba marcas da exposição ao sol e ao mar. Lembra do hit dos anos 1980 Não se Reprima? Sim, vem daí a memória. O Índio da Lagoa da Conceição já foi um Menudo. Ele era o Roy Rosselo “2”, um brasileiro que substituía o Roy “1” nas apresentações pelo país.
 
Discreto e envergonhado, Índio pouco fala de seu passado no Menudo, a boy band que Ricky Martin integrou antes de partir para carreira solo. Mas quando se dispõe a lembrar dos velhos tempos, não poupa detalhes um tanto frustrantes para as fãs e fofocas do showbiz daquela época.

– Falavam que eram de Porto Rico, mas nem todos eram. Muitos não falavam espanhol, mas forjavam sotaque – conta.
 
Índio – seu nome de nascimento é Jorge Prado – entrou para grupo aos 14 anos, em 1983. Filho de índios do Mato Grosso, foi morar com a família em Campinas, no interior de São Paulo, depois de ter circulado por algumas aldeias. Por lá, aos 11, foi descoberto por um caça-talentos e passou a participar de comerciais e desfiles infantis.
 
– Como eu era modelo, o Helio Batista, um empresário, começou a me seguir. Ele descobriu vários talentos na época.
 
Helio enxergou nele o perfil para ser um integrante do Menudo, que na época era um estouro no Brasil.
 
– Eu gostava de reggae, essas coisas. Mas achei legal a ideia, mais por causa das meninas – brinca Índio, hoje com 45 anos.
 
Se a meta era fazer sucesso com as mulheres, ela foi atingida. A lista de famosas e subcelebridades com as quais Roy Rosselo “2” teve um affair é grande, começando com Mara Maravilha, passando por Rita Cadillac e chegando a Amanda Françoso. Mara Maravilha, na época, era namorada do Roy oficial, o porto-riquenho.
 
– Ele ficava com a Mara, ela era meio doidinha. Uma vez, rolou uma história entre nós na praia – confessa.
 
Ele deixa claro, porém, que quem foi acusado de bater numa mulher foi o outro Roy, que também protagonizou diversas polêmicas e não desperdiçou as oportunidades de incriminá-lo em seu lugar.
 
– Nessa época eu já estava fazendo shows pelo Brasil todo, e ele ficou descontente, com ciúmes eu acho. Também aconteceu de eu ter um filho com a ex-namorada dele. Foi aí que brigamos. 
 
Menudo no Brasil
 
No começo dos anos 1980 a gravadora RCA lançou no Brasil um grupo de garotos porto-riquenhos que vinha fazendo sucesso no universo pop latino. Era a banda Menudo (a palavra de origem hispânica quer dizer miúdo, pequeno), criada ainda em 1977 pelo produtor Edgardo Díaz. A proposta era ter sempre rapazes adolescentes como integrantes. Quando completavam 17 anos eram substituídos por outros. O apogeu foi com a chamada formação clássica (foto), composta por Robby Rosa, Charlie Massó, Roy Rosselo, Ray Reyes e Ricky Melendez.
 
Quem da nova geração pesquisar na internet sobre o Menudo talvez não entenda as razões de um grupo que usava roupas coloridas e colantes, cantando músicas de qualidade duvidosa, fazer tanto sucesso. Mas há que se lembrar que o seu auge foi nos anos 1980, a década do tudo over, do exagero, das fluorescências.
 
– Achei a banda interessante. Fui a Porto Rico e fechei contrato para 12 shows no Brasil – lembra o empresário Helio Batista.
 
Foi ele o responsável por fazer explodir a boy band no país. Na época, o quinteto arrastava milhões, lotava estádios e deixava garotas suspirando, num fenômeno comparado à beatlemania.
 
Helio acabou fazendo 18 apresentações no Brasil, duas delas no Estádio do Morumbi, em São Paulo. Esses shows reuniram pelo menos 2 milhões de pessoas. A fama era tamanha que o Menudo se tornou um dos grupos da época com mais participações em programas televisivos e fã-clubes espalhados por todo país.
 
O próprio Helio Batista criou o Menudo Mania, atração de TV semanal em que os garotos compareciam todos os sábados. Ele conta que o Roy “Índio” era quem se apresentava no lugar de Roy Rosselo.
 
Apesar do sucesso estrondoso (além dos shows, eles contavam com a venda de produtos como camisetas, bottons e pôsteres), Índio diz que a maior parte do faturamento ia para as mãos dos empresários.
 
– A gente não via o dinheiro. Eram cinco menudos, cada um ficava com apenas 5%. 
 
Ele também revela que a convivência entre os garotos não era das mais genuínas.
 
– Era meio falso. Nos encontrávamos nos ensaios, nas produções e gravações de TV e rádio, mas não saíamos juntos e nem íamos para o parque brincar.
 
Vida tranquila em Florianópolis
 
Durante e depois do período Menudo, Roy "Índio" desfrutou de todas as benesses e encarou os problemas que a fama traz. Entre as coisas que recorda com carinho estão os romances, como o que teve com Rita Cadillac, de quem hoje é amigo, e Luiza Ambiel (alguém lembra da Banheira do Gugu?).
 
– Rolava muito assédio nos hotéis – comenta ele.
 
Flávia, uma de suas filhas, foi concebida depois que uma fã invadiu o quarto de um hotel em que ele estava hospedado.
 
– Esta década (1980) foi muito boa, época do new wave. Conheci todo aquele pessoal, o Paulo Ricardo, o Evandro Mesquita...
 
Depois que deixou de ser menudo, Índio montou uma agência de publicidade no interior de São Paulo, com a qual produzia comerciais e montava elenco de mulheres para sentarem no auditório de programas televisivos.
 
Veio para Florianópolis nos anos 1990 e demonstra sinceridade ao dizer que o Menudo ficou em seu passado. Hoje gosta de tatuar, fazer artesanato e pegar ondas, tudo com discrição.
 
– Aqui em Florianópolis algumas pessoas ainda lembram de mim.
(Fonte: http://diariocatarinense.clicrbs.com.br, de 03.02.2014)
 
   

FALECEU MÁRCIO ANTONUCCI, DA DUPLA OS VIPS

Publicado em: 20/01/2014 19:11:59


Morreu aos 68 anos o cantor Márcio Augusto Antonucci (à esquerda da foto, ao lado do irmão Ronald), da dupla Os Vips, na manhã desta segunda-feira (20). Ele estava internado há alguns dias em um hospital em Angra dos Reis (RJ), com pneumonia que evoluiu para um quadro de infecção generalizada.
O velório vai acontecer no Rio, ainda sem confirmação de local e horário, segundo a família. 
 
O filho do cantor, Bruno, falou sobre a morte do pai em sua página no Facebook. "É com muito pesar que informo que o meu pai, ídolo e amigo nos deixou hoje pela manhã. Como disse nos últimos dias o quadro dele estava estável, porem hoje esse quadro mudou. Quando estivermos mais conformados com a situação poderemos tentar esclarecer o que houve. Darei assim que puder as informações onde acontecerá o velório, que vai ser no Rio de Janeiro. Peço a todos que respeitem esse momento pelo qual toda a família esta passando, entendo que meu pai foi um ídolo, um 'muso' para muitos, mas peço a compreensão de todos. Eu amo e sempre vou te amar. Meu pai foi a minha inspiração para ser o melhor homem que eu posso ser", escreveu Bruno.
Além da dupla musical com o irmão Ronald, Márcio também foi diretor de Programas e diretor Musical da Rede Globo, diretor musical da TV Record, diretor de programas do SBT.
Dias antes da morte, também através da internet, Antonucci postou a música "Nossa Senhora", do amigo Roberto Carlos, e comentou "Essa letra é um arraso. A canção também, mas a letra...". Márcio deixa três filhos.
 
Carreira musical
Os Vips começaram a carreira em meados dos anos 60, junto de outros grandes nomes da Jovem Guarda. Uma das primeiras gravações foi "Menina linda", versão de "I should have known better", dos Beatles - de quem fariam várias outras versões. Em 1966 lançaram a música pela qual ficariam mais conhecidos, "A volta", composta por Roberto Carlos e Erasmo Carlos
A dupla parou de se apresentar nos anos 70. Em 1990 eles voltaram a se apresentar e gravaram discos ao vivo de sucesso pela Som Livre nos dois anos seguintes. Márcio e o irmão ainda faziam shows com artistas da Jovem Guarda.(Fonte: http://g1.globo.com, de 20.01.2014).

FILHA DO CANTOR SERTANEJO GIOVANI MORRE EM ACIDENTE DE CARRO

Publicado em: 14/01/2014 18:26:05


A filha do cantor sertanejo Giovani, da dupla Gian e Giovani, morreu em um acidente de carro na madrugada desta terça-feira, em Osasco, na Grande São Paulo. De acordo com a polícia, Gessyca Morais, de 22 anos, estava acompanhada de dois amigos, identificados apenas como Pierluigi e Felipe.
 
Pierluigi, de 22 anos, era quem dirigia o carro. Ele e Gessyca morreram na hora. Felipe está internado no Hospital Antônio Giglio. Ele fraturou a clavícula e seu estado de saúde é estável. Ele ainda vai prestar depoimento à polícia. O caso será acompanhado pelo 9º Distrito Policial de Osasco.
 
As causas do acidente ainda serão apuradas, mas as primeiras informações são que os três amigos haviam saído de uma festa em um carro esportivo Honda. O motorista teria perdido a direção e batido em um poste. A polícia vai apurar também se o carro trafegava em alta velocidade. Havia garrafas de cerveja dentro do veículo, que se partiu com o acidente. No entanto, a informação de que havia garrafas não consta no boletim de ocorrência.
Segundo o Instituto Médico Legal (IML) de Osasco, o corpo de Gessyca e do amigo foram liberados pelas famílias por volta das 10h. Gessyca deve ser enterrada em Franca, interior do estado, cidade onde mora a família da mãe.
 
Há dois anos, a jovem cobrou a pensão alimentícia devida pelo pai em um programa de TV. Na ocasião, Gessyca declarou também que Giovani teria mudado a relação com a família após se casar novamente. (Fonte: http://oglobo.globo.com, de 14.01.2014).

FALECEU O CANTOR NELSON NED AOS 66 ANOS

Publicado em: 06/01/2014 00:54:09


O cantor Nelson Ned, de 66 anos, morreu na manhã deste domingo (5) no Hospital Regional de Cotia, em São Paulo. Ele estava internado desde sábado com pneumonia.
 
Segundo funcionários da Funerária Muncipal de Cotia, o cantor morreu às 7h25 em decorrência de "choque septico, sepse, broncopneumonia e acidente vascular cerebral". O corpo irá sair da funerária em Cotia e deve chegar no Cemitério Horto da Paz, em Itapecerica da Serra, por volta das 16h deste domingo. A princípio, o velório será só para a família. Depois, será aberto aos fãs.
Segundo a irmã Neuma Nogueira, que cuidava do cantor em São Paulo, Nelson teve infecção pulmonar e urinária e não respondeu ao tratamento. “Ele teve febre muito alta e estava muito debilitado. Nos últimos 2 dias, ele já estava inconsciente e respondia muito pouco”, disse.
 
Natural de Ubá, Minas Gerais, Nelson Ned fez fama como cantor de músicas românticas nos anos 60, quando já vivia no Rio de Janeiro. "Tudo passará", de 1969, foi um de seus grandes sucessos. Em 2003, o cantor sofreu um acidente vascular cerebral. Desde então, vivia no Recanto São Camilo, na Granja Viana, em Cotia, sob a guarda e cuidados de Neuma. O AVC afetou sua parte vocal, assim como memória. Ned foi casado duas vezes e teve três filhos com Marly, sua segunda esposa: duas filhas, de 32 e 33 anos, e um filho, que mora no México. Segundo a irmã Ned Helena, as filhas irão acompanhar o velório em São Paulo.
 
Carreira
 
Primogênito dos 7 filhos de Nelson de Moura Pinto e Ned d´Ávila Pinto, ele saiu de Ubá (MG) para tentar a vida no Rio de Janeiro aos 17 anos. Começou bem distante dos palcos, trabalhando em uma linha de montagem de uma fábrica de chocolates. Cantou em boates paulistas e cariocas antes da maioridade e era escondido embaixo do balcão das casas quando o Juizado de Menores passava para fiscalizar.
 
 
Tempos depois, passou a ser figura recorrente no programa do Chacrinha, que ele considera o “pai de sua carreira artística”. Foi na televisão que conquistou espaço e sucesso com o hit "Tudo passará", uma de suas primeiras músicas.“Ele foi um divisor de águas na minha vida. Me deu oportunidade e comida. Devo muito ao falecido amigo. Foi muito difícil ser cantor de brega e anão neste país”, relembrou Ned em entrevista ao G1, em 2012.
 
Com 32 discos gravados em português e espanhol, Ned cantou no Carnegie Hall e no Madison Square Garden, ambos em Nova York. Ele se converteu nos anos 90 à religião evangélica e, desde então, cantava músicas gospel. Em 1996, lançou a biografia "O pequeno gigante da canção", que fazia referência à sua altura, de 1,12m.
O hit "Tudo passará” era sua faixa predileta, conforme contou ao G1. “É a que mais gosto. Quando cantei em um programa fui aplaudido de pé no meio da música. Isso é ser brega? Quem não é brega quando fala de amor? É o amor que é brega, não a minha música.” (Fonte: http://g1.globo.com, de 05.01.2014).

FELIZ ANO NOVO!!

Publicado em: 31/12/2013 21:34:08


Os fogos anunciam a chegada de um ano novo! É hora de refazer seus sonhos ainda não realizados e acreditar que irá concretizá-los. Soltar um olhar solidário e acalentador para os seus amigos e contemplar a vida. Aprender com os erros do ano passado e brindar o ano bem-vindo com um sorriso. Desejamos a todos um ano repleto de luz, amor, saúde e prosperidade. Feliz Ano Novo!

Ainda nesta oportunidade, queremos comunicar aos nossos ouvintes internautas que a partir de janeiro, em data ainda não definida, estaremos mudando a nossa grade de programação. Teremos uma programação diferenciada a cada dia da semana, dividindo entre músicas nacionais, internacionais, temas de novela, anos 60 e 70 incluindo a jovem guarda, Roberto Carlos, boleros e sertanejas classificadas, sem contudo, perder a identididade de músicas da parada passada. Sua opinião também é importante, mande o seu recado ou a sua sugestão através do nosso site em "Pedido Musical" ou "Livro de Visitas", que ficaremos imensamente agradecidos. Mais uma vez um Feliz Ano Novo e um forte abraço a todos. Valmoré Colares.